Publicado em psico

Papo de psicólogo.

Hoje posso considerar que o dia foi melhor que ontem. Foi o dia de cuidar e brincar com minha sobrinha. Ao menos me fez desligar das coisas ruins que têm acontecido e espaireci pela primeira vez nestes dias que estou em casa.

Agora são 21horas e estou sozinha, parece que volta tudo a ser como era. A mente do ser humano e suas instabilidades são, além de complexas,  inconstantes. Acho que deveria ser psicóloga, psicanalista qualquer coisa desse tipo porque me chama muito a atenção essas coisas.

Enfim…

Aproveitei o gancho e já consegui questionar a Elô sobre algumas coisas referente o meu último post.
Vejam o resultado:


Sindrome do pânico. Por: dra Eloisa Lazzarotto.

Boa parte dos casos se desencadeiam sempre com alguma outra pressão psicológica, sendo na maioria dos casos o stress. Geralmente está associada à depressão.

Existem vários tipos, vamos dar exemplo da própria síndrome do pânico onde a pessoa imagina e sente que está prestes a morrer (literalmente, sintomas são refletidos no físico) tendo taquicardia, visão turva etc. E o outro tipo chama – se agorafobia que se remete a fobias de lugares amplos e abertos que faz o indivíduo crer que não será notado case passe mal, uma vez que já tem em mente que irá lhe acontecer algo.

O tratamento recomendado é psiquiatra (medicamentos) e terapias com o psicólogo. Lembrando que o medicamento age nos nossos neurotransmissores estabilizando algumas emoções, lhe trazendo maior equilíbrio. E as terapias são indicadas como priori pois somente lá conseguimos entender o que realmente causou esta doença e como poderemos acabar com tal medo. Por isso a terapia é tão valiosa, ajuda – lhe a enfrentar seus problemas, caso contrário, a eficácia do medicamento será a mesma, mas não se sabe como a vítima irá lidar com as situações após o término do tratamento com remédios.

É importante informar que síndrome é recorrente de episódios que se dão constantemente e não apenas de um. Podemos ter uma vez na vida uma situação semelhante à do síndrome do pânico, mas isso não siginifica que a temos.


Obrigada dra Eloísa.

Alguma pergunta pessoas????

Sugiram o próximo tema para discutirmos.


Um abraço e bom fim de semana.

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Autor:

Escrever é enfiar o dedo na garganta.

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