Publicado em cotidiano, pensamentos

Sad/Bad feelings

O aperto no peito foi tão grande que espremeu pelos olhos as lágrimas que há tempos não escorriam pelo meu rosto. Sinto a garganta seca, o rosto molhado e uma necessidade de ser abraçada. Apenas o silencio é suficiente para me acalmar.

(temos a ‘sorte’ de achar algumas coisas nas horas menos oportunas)

Observando cada palavra escrita que foi inspirada naquilo que não existiu, me questiono se um dia saberemos o que é amar. Se um dia teremos certeza daquilo que dizemos e daquilo que sentimos. Mais do que isso, se realmente daremos importância para aquilo que compartilhamos e o tempo que dividimos c/ alguém. Se um dia descobriremos o genuíno
Me questiono se um dia conseguirei perder o medo e embarcar numa nova jornada. Se um dia as feridas estarão firmemente cicatrizadas a ponto de serem tocadas e não voltarem a sangrar; a ponto de esquecer que existiram e conseguir viver o novo por inteiro, sem medo.

Poderia passar o resto da minha vida observando as pessoas e seus comportamentos, e através das minhas experiências tentar achar respostas, mas nada seria conclusivo.

Portanto, prefiro guardar meus questionamentos filosóficos e desabafos emocionais apenas para mim. Afinal, cada um com seus problemas!

No final , eu só quero o puro, o justo, o verdadeiro.

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Autor:

Escrever é enfiar o dedo na garganta.

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